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DTrace para FreeBSD agora em sun4v também. |
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Por Redação FUG-BR
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07/07/2006 |
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John Birrel informou nesta sexta-feira que o desenvolvimento do DTrace para FreeBSD, além de arquitetura i386, passa agora à ser feito também em sun4v paralelamente. O código-fonte do DTrace acaba de ser importado no servidor cvsup10.freebsd.org para a nova arquitetura também. A possibilidade de trabalhar o DTrace em i386 e também no ambiente sob o qual DTrace foi inicialmente criado deu-se devido à mais uma doação da Sun Microsystems, que forneceu ao Projeto FreeBSD outro servidor Sun Fire T2000 extra, com 32 processadores lógicos, 32GB de memória RAM, 4 portas gigE. O primeiro teste de Birrel nesse servidor foi um make -j32 buildworld (com 32 jobs), consumindo cada job quase 100% de cada um dos 32 processadores. Como parte temporaria da importação do código, KSE foi desabilitado nessa arquitetura, apenas nesse servidor CSup. DTrace é um framework criado pela Sun Microsystems para o Solaris 10 que oferece ao administrador de sistemas uma maneira compreensível de acompanhar e rastrear todas as operações internas de cada processo ou rotina do sistema, tornando-se uma poderosa ferramenta para diagnóstico avançado de problemas ou otimizações. DTrace é considerado por muitos analistas de TI a mais poderosa ferramentado gênero, deixando para trás os similares STrace do Linux e KTrace do FreeBSD. FreeBSD é o primeiro sistema a portar o DTrace, e a expectativa máxima de término da versão BSD para esse recurso é para antes do lançamento do FreeBSD 7, com MFC para FreeBSD 6 em seguida. Se você não tem idéia de que ferramentas como KTrace, STrace e DTrace servem na prática, leia esta thread no histórico da FUG. Se ficou interessado e quer entender o poder do DTrace, e como ele se compara ao KTrace e STrace, leia a documentação da Sun, aqui . Comente! (2 Comentários) |
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Última Atualização ( 07/07/2006 )
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Introdução aos Níveis de Segurança do Kernel do FreeBSD |
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Por Giancarlo Rubio
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06/07/2006 |
Há alguns dias na lista de discussão sobre FreeBSD da FUG-BR houve uma conversa sobre algumas questões de segurança, e comparações de modo de trabalho entre FreeBSD e OpenBSD. Uma das considerações era que no OpenBSD, suporte ao kernel tinha que ser estático, e que o sistema por segurança não permitia que módulos de kernel fossem carregados. Contudo, no FreeBSD esse comportamento também pode ser adicionado, apenas não é padrão. Trata-se de uma prerogativa do administrador de sistemas. A diferença é que o OpenBSD trabalha com nível de segurança positivo por padrão. Algo que no FreeBSD e no NetBSD apenas depende da vontade explícita do sysadmin. Giancarlo Rubio aproveitou o encejo para escrever uma introdução sobre Níveis de Segurança do Kernel do FreeBSD, os chamados Kernel Securelevel e postou esta contribuição, que você acompanha agora.
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Última Atualização ( 07/07/2006 )
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Segurança em Arquivos do Sistema com chflags(1) |
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Por Daniel Bristot de Oliveira
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05/07/2006 |
Em mais uma boa contrição, Daniel Bristot de Oliveira escreveu um pequeno artigo que fala sobre a segurança em arquivos do sistema. Segundo Bristot, estas medidas são precauções que devemos tomar em servidores que irão ficar on-line o dia todo e sujeito aos mais diversos ataques. Leitura recomendada ao sysadmin FreeBSD para pensar sobre os recursos oferecidos pelas flags especiais de arquivos, e considerar criar sua política de restrições especiais em arquivos, como mais um ítem obrigatório de sua checklist para um sistema em produção. Comente! (3 Comentários) |
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Última Atualização ( 05/07/2006 )
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PC-BSD: Em Centro Comunitário de Ohio, reforça viabilidade de alternativa BSD como Desktop Unix |
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Por Redação FUG-BR
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04/07/2006 |
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Nesse artigo Henry Gillow-Wiles, diretor de TI de um Centro Comunitário sem fins lucrativos destinado à população carente de Ohio descreve como encontrou no FreeBSD/PC-BSD sua solução de escolha para ambiente operacional voltado à Desktop com facilidade de uso, estabilidade e boa performance com equipamentos antigos. O mercado de usuários finais, especialmente Desktop nunca foi foco de nenhum dos principais sistemas operacionais de linhagem BSD, e continua não sendo. Contudo sistemas BSD sempre se apresentaram como uma alternativa mais que viável para desktop, muitas vezes uma das melhores alternativas para ter uma Estação de Trabalho Unix em casa ou no escritório. Mas a facilidade sempre continuou em segundo plano: ao menos essa era a realidade antes do surgimento do PC-BSD e do DesktopBSD . Esses dois projetos usam a sólida base do FreeBSD para criar um ambiente desktop com todas as vantagens de um sistema operacional Unix moderno, com adiciona vantagens exclusivas no que tange à facilidade. O PC-BSD vem se destacando na posição de escolha BSD para desktop, e esse artigo de Henry Gillow-Wiles só vem a comprovar esse fato. Sistemas BSD em ambiente desktop não é uma grande surpresa quando nos pegamos a uma análise mais ampla da realidade: o segundo sistema voltado à desktop e ao usuário final mais popular do mundo, ficando atrás apenas do Windows, é BSD: o Mac OS X, da Apple. Mas essa análise perde um pouco da mágica ao lembrar-mos que o Mac OS X apesar de, sob uma ótica mais simplista, ser também uma versão customizada do FreeBSD, não é totalmente livre, apenas uma parte, Darwin, é código aberto. Já o PC-BSD mostra-se como a principal e mais bem aceita iniciativa de colocar um sistema BSD livre no desktop do usuário comum. Coloca o FreeBSD em condições de brigar por um espaço que nunca foi seu foco, e que outrora tinha no Linux a única alternativa viável para desktop livre. O artigo foi publicado na NewsForge e você pode acompanhar a tradução na íntegra desse case de viabilidade prática do PC-BSD. Comente! (1 Comentários) |
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Última Atualização ( 05/07/2006 )
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