O que muda para os usuários?
Nada. Os ports declarados como SMP-seguros farão uso automaticamente da quantidade de núcleos disponíveis no servidor. Mas se por algum motivo você quiser desabilitar o recurso, basta compilar o port com a flag DISABLE_MAKE_JOBS=yes ou se preferir, globalmente, colocar DISABLE_MAKE_JOBS=yes no /etc/make.conf. O padrão é a paralelização acontecer de acordo com o número de núcleos disponível no computador, mas se quiser alterar esse valor pode defini-lo com a variável MAKE_JOBS_NUMBER=X no /etc/make.conf ou no momento da compilação do port.
Se você adora testes e quer testar todos os ports mesmo aqueles que o mantenedor ainda não comprovou a possibilidade de compilar plenamente em SMP, use a flag FORCE_MAKE_JOBS=yes.
O que muda para os commiters?Se o commiter não quiser colocar seu port compilando em ambiente SMP, não precisa fazer nada. Mas se quer colocar, deve usar a flag MAKE_JOBS_SAFE=yes que carrega o framework em questão, em qualquer bloco abaixo da declaração de DEPEND. Se sabe que a aplicação que mantém, não se comporta bem com paralelização de compilação e quer desabilitar, mesmo que o usuário force a paralelização, use a flag MAKE_JOBS_UNSAFE=yes mais uma vez, na declaração, abaixo de DEPEND.
Seu port preferido ainda não tira proveito da compilação paralelizada? Então modifique-o da forma sugerida, e teste. Quando eu digo teste, não basta ver se compila. Teste o resultado final gerada, já que alguns ports notoriamente se comportam de forma adversa quando compilados com flags de otimização ou paralelizados, mesmo não gerando falha de compilação. Depois de testar submeta um PR - com send-pr(1). Ou então dê um ping no mantenedor do seu port preferido (hehe).