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Parte 3 de 4 Na Copa do Mundo da FIFA, futebol é a única coisa que chama sua atenção? Para alguns a curiosidade por trás da infra-estrutura tecnológica de um evento desse porte também é foco de atenção. E ao fazer uma análise de perto, qual não é a surpresa senão constatar que FreeBSD está de ponta-a-ponta na estrutura que torna o maior espetáculo esportivo do mundo viável? E que FreeBSD também é maioria presente na infra-estrutura que coloca as empresas patrocinadoras da copa na Internet? Bom, quando um técnico (não de futebol, de TI) nos lembra o quão missão crítica são os vários aspectos da presença da Copa do Mundo e da FIFA na Internet durante a competição, a presença do FreeBSD deixa de ser surpresa, e torna-se apenas uma constatação.
FreeBSD e a Copa do Mundo 2006 A Copa do Mundo da FIFA, maior festa mundial do futebol, um dos maiores eventos esportivos da terra, ao lado das Olímpiadas, frequentemente nos chama atenção por diversos fatores. Tecnologia por exemplo, é um desses fatores. Ao assistir a Copa do Mundo online, algumas vezes no escritório, acompanhando jogos de outros times (as vezes de times adversários em potencial, ou rivais clássicos da seleção canarinho), nem sempre estamos ciente dos detalhes estruturais que envolvem a distribuição das informações neste evento. Sendo assim, Patrick Tracanelli da FreeBSD Brasil comentou algumas informações acerca do uso de FreeBSD na infra-estrutura oficial da Copa do Mundo da FIFA, atribuindo a escolha por FreeBSD fato diretamente ligado à parceria entre a FIFA e o Yahoo!. Com base nisso ficamos curiosos e resolvemos procurar saber mais. Segundo o Yahoo! o site Fifa World Cup tem recebido em média 35 milhões de hits diários desde que a copa começou, com picos de 80 a 90 milhões de acessos diários nos jogos das seleções da Alemanha, Estados Unidos, e Brasileira. À todos os assinantes Yahoo!, membros do FIFA Soccer Club ou assiantes UEFA Premiere, os jogos são transmitidos ao vivo por streaming de vídeo, e as partidas já realizadas ficam permanentemente disponíveis em um arquivamento igualmente à disposição dos internautas. Toda essa infra-estrutura roda sob o sistema operacional FreeBSD. De fato com uma pequena verificação é possível averiguar que a parte de streaming de vídeo por exemplo roda em apenas dois servidores FreeBSD, um para os streamings ao vivo, e no segundo os vídeos de partidas anteriores, devidamente armazenados. No site da FIFA é possível averiguar que essa parceria com o Yahoo! existe desde 2001. Portanto já são duas copas do mundo Powered by FreeBSD. Mas para não parar por aí, resolvemos ir mais à fundo nessa pesquisa, e constatamos que entre todos os patrocionadores oficiais da Copa do Mundo FIFA de 2006, FreeBSD e Solaris se destacam entre os sistemas operacionais mais presente da infra-estrutura pública (Internet) dessas empresas. Acompanhe os patrocionadores e a base operacional tecnólica sob a qual sua infra-estrutura pública se fundamenta: |
FIFA World Cup
| FreeBSD | | Yahoo! | FreeBSD | | Phillips | FreeBSD | | Toshiba | Solaris 9 / FreeBSD | | McDonalds | Solaris 8 / FreeBSD
| | Coca-Cola Company | Linux / IBM Appliances
| | Adidas | Linux / Windows 2003
| | Budweiser | Windows 2000
| | Avaya | Solaris 8 / Windows 200 / FreeBSD
| | Continental | Linux / IBM | Deutsche Telekom
| Solaris 8 / FreeBSD | Fly Emirates
| Windows 2003
| Fuji Film
| Solaris 8
| | Gillette | Windows 2000
| | Mastercard | Solaris 8 / FreeBSD / Windows 2000
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FreeBSD aparece presente oito vezes na estrutura dos patrocionadores da Copa, Windows e Solaris aparecem seis vezes, e Linux três. A Phillips foi uma das surpresas. Os servidores que puderam ser seguramente identificados são todos FreeBSD. Já os outros ambientes com FreeBSD, exceto site de conteúdo da Copa do Mundo e o próprio Yahoo! são ambientes mistos.
A identificação das plataformas foi feita de forma simples. À partir do site FIFA World Cup foi possível conseguir a lista dos patrocionadores oficiais da Copa do Mundo e seus respectivos sites. Com essa lista pudemos mapear através de DNS os servidores MX e NS desses domínios, e sempre que possível, servidores de armazenamento de dados também. As ferramentas utilizadas no probing dos sistemas usados foram:
/usr/ports/security/hmap /usr/ports/dns/fpdns /usr/ports/net/xprobe /usr/ports/net-mgmt/p0f /usr/ports/security/ftpmap /usr/ports/security/nmap
E a consultoria inglesa Netcraft através de seu web site, http://www.netcraft.com para consultar coincidência dos resultados da análise do hmap e do p0f. Por motivos claros no momento em que o processo de identificação por fingerprinting foi iniciado em cada uma das redes e sites, enviamos uma mensagem de correio eletrônico para o endereço abuse@dominio de todas as empresas, deixando claro as intenções apenas estatísticas dos mapeamentos originados dos endereços IP naquele momento, caso esse mapeamento resultasse em algum alerta de probing nas redes pesquisadas. A surpresa negativa foi que alguns desses domínios não tem o endereço de e-mail abuse configurado, como sugerem as especificações RFC2142 RFC2142 RFC2821 e RFC2635 (mesmo a maioria destas RFC sendo "Standards Track"). As surpresas positiva foram as respostas do Yahoo! por ser muito rápida, e claramente não automática (alguém de fato respondendo quase de imediato por este e-mail) e a a resposta da Deutsche Telekom. No caso da Deutsche Telekom (DT Telko), o Sr Michael Weber foi o contato de Patrick Tracanelli por trás do e-mail abuse na data em questão. Quis saber mais informações sobre os objetivos estatísticos da pesquisa, e quando soube, complementou com mais informações, mencionando que a DT Telko usa ainda FreeBSD com IPFW(8) como firewall para a estrutura Web na frente do Solaris, e mencionou que internamente usam FreeBSD com Subversion como servidor para controle de versões para o setor de produção da unidade sede, e potencialmente de outras unidades também, pois o Sr Weber além de ser parte da equipe de segurança da DT Telko e da Copa de 2006, foi parte da equipe que homologou Subversion na instituição. Ao ser perguntando do motivo pelo qual Subversion foi escolhido, e não CVS por exemplo, Weber respondeu que o SVN tem licença BSD, diferente do CVS que é GPL, e - para nossa surpresa - essa é uma das diretrizes internas da área de tecnologia desta Tele. Mas que apesar disso, o principal motivo é o melhor suporte à arquivos binários do SVN, quando comparado ao CVS, formato binário representava demanda de mais de 80% dos arquivos que tem que ser controlados por eles. Segurança e preparação para disponibilidade crítica. A Avaya, um dos parceiros e patrocionadores da FIFA na Copa do Mundo 2006 liderou a equipe de estrutura e conectividade para a cobertura de todas as partidas e eventos paralelos durante esta Copa. Em conjunto com o Yahoo! a Avaya também colocou no ar alguns sistemas de web casting e blogging onde os próprios jogadores podem interagir com o público. Normalmente isso só é usado nas coletivas de imprensa que acontecem antes e depois de cada jogo. Mas uma das grandes atenções foram dadas em relação à ataques online, principalmente do tipo negação de serviço. De acordo com a FIFA desde a Copa do Mundo de 2002 e também na Copa do Mundo Feminina em 2003 o site de conteúdo da FIFA torna-se alvo constante de tentativas de ataques de DoS (Denial of Service - Negação de Serviço), felizmente todos sem sucesso. A preocupação para a Copa do Mundo 2006 contudo, não foi menor. Para garantir total disponibilidade aos serviços e endereços de conteúdo da Copa da Alemanha, e em especial garantir a segurança das informações disponíveis nesses servidores, a FIFA e a Deutsche Telekom formaram uma equipe de segurança que fizeram todo o preparo e simulação de contenção e resistência desse ambiente crítico. Michael Weber também foi parte dessa equipe e esteve presente nos testes e preparações do ambiente, sob supervisão do Diretor de Projetos e Soluções de TI da FIFA, Mike Kelly. Weber apontou notícia na ZDNet onde Kelly afirma que não pode haver margem para falhas, principalmente pela expectativa da FIFA de quebrar a barreira dos 2 bilhões de acessos web computados na Copa do Mundo de 2002, e devido ao número de informações pessoais de todos os profissionais credenciados na Copa, bem como as informações de cada entrada para os jogos da copa. Weber comentou que foi criado um centro de comando de TI em Munique, e antes do jogo de abertura quase 150 cenários distintos de ataque foram simulados contra a infra-estrutura FreeBSD por trás dos servidores da Copa do Mundo 2006, que não inclui só os servidores, mas também filtros na AltaVista (altavista.com, subsidiária do Yahoo!, último nó de conectividade antes dos servidores da Copa). Segundo Weber a equipe do Yahoo! enviou os relatórios necessários na ponta final, e ficou claro que as questões FreeBSD lá estavam em boas mãos com a equipe do Yahoo!. Então Weber comentou que esses mesmos testes foram reaplicados na estrutura FreeBSD em Munique, e em 9 de Junho o ambiente de comunicação dos escritórios da FIFA na Alemanha, especialmente projetados para a Copa 2006, com a estrutura da FIFA no Yahoo! Califórnia e Yahoo! Ásia foi considerado pronto. Segundo Weber a única margem para problemas na data era de negação de serviço por saturação de conectividade, mas ele garante que a Deutsche Telekom criou ambiente de redundância largo suficiente até o escritório da FIFA em Munique para garantir que, ainda que as iniciativas totais de ataque contra o site da Copa do Mundo FIFA de 2006 se multipliquem em dez mil vezes, frente ao que foi constatado em 2002, a comunicação entre Munique e os servidores FreeBSD na Califórnia não sofreriam desgastes.
Quando perguntado sobre futebol à Weber, ele respondeu enfático que torce para que a final seja Brasil e Alemanha, e irônicamente disse que a estrutura FreeBSD por trás da Copa do Mundo 2006 levaria a notícia aos brasileiros de vice-campeões da Copa da Alemanha. Isso só mostra que sua especialidade é mesmo TI, e que de futebol, Weber não entende muito... Seja como for, agora quando você estiver assistindo à Copa do Mundo da Alemanha, durante os jogos da seleção brasileira ou outros jogos dos nossos potenciais rivais em cada uma das fases da competição, já saberá o que está por trás da tecnologia que torna o maior espetáculo esportivo do mundo possível e disponível na Internet. E quando ver as propagandas de cada um dos patrocionadores da Copa FIFA na beira do campo, saberá em que base operacional tecnológica cada um deles se baseia. Mas o que interessa mesmo é que "FreeBSD na Copa" tem 13 letras. "FreeBSD no Hexa" também tem 13 letras... ;-) -- Redação FUG-BR Colaboração, FreeBSD Brasil LTDA
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Alessandro Por Rodrigo Moura em 30/06/2006 10:40:52 O Linux e mais recente que o FreeBSD. E qual a conclusao com isso? Mesmo pq isso n eh necessariamente verdade. Apenas as origens do Linux sao mais recentes... Eu diria que Linux e menos maduro. E o FreeBSD mesmo tendo vindo de um sistema com mais de 30 anos, tem o kernel mais inovador da atualidade. Tem KSE e nao aquela coisinha multithread convencional do linux. Tem POSIX1E quase 100% implementado, tem GEOM, tem Netgraph ha seculos, e vai ser o primeiro SO a ter K. A maioria das pessoas nem sabem o que isso significa hj, como nao sabiam quando criaram o FFS com index nodes em Berkeley ou quando macusick la criou a memoria virtual, ou quando o tcp-ip foi criado antes mesmo da referencia OSI existir!! No comeco so gente tecnica entende as vantagens, poucos anos depois... a gente ja sabe o que acontece. Um dia voce vai estar usando uma aplicacao que roda sobre SCTP/IP e vai lembrar dessa conversa. Ou sera quando que vai se lembrar quando ouvir dizer da evolucao da programacao interna do SO com meta-linguagens como a K? Seja como for, lembrara que tudo veio do BSD, seja >=2BSD ou FreeBSD... e concluir que mais novo... dependendo da otica, talvez o Linux seja. Mais moderno, definitivamente nao. | Por
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em 30/06/2006 15:53:13 Evidentemente que um sistema mais recente é menos maduro, o Linux exite há dez anos e os BSDs há quase 30 seria como se dissesse: "2 reais não é menos que 4 reais, e sim compra menos coisas.". Em relação ao POSIX1e é um padrão desenvolvido com base no FreeBSD, outros sistemas UNIX sequer tem o interesse de utilizá-lo, como programador só me aprofudarei nele quando este for de fato o padrão, é como dizer:"Nossa! esse sistema nem usa IPTABLES", mesma coisa com o netgraph, embora o Linux já o suporte Eu vejo as coisas como programador para mim não adianta ter um Servidor FreeBSD com KSE e usar MySQL. Utilizo o sistema POSIX de gerenciamento de multiprocessos.Uma Pergunta: Quantas aplicações você desenvolveu utilizando o protocolo SCTP/IP? Para Linux foram desenvolvidas várias, aliás o Kernel do Linux tem suporte nativo para este protocolo de rede. É necessário ter uma visão mais ampla das coisas, pode até ser que o programa funciona melhor em FreeBSD, mas é melhor desenvolvê-lo e testá-lo no LINUX. Nuca me vi instalando pacotes sempre preferi colocar a mão na massa, quando falo uma coisa, acredito que meus dez anos de experiência como programador para UNIX devem valer de algo, não acha? O que você quis dizer com isso: "No comeco so gente tecnica entende as vantagens, poucos anos depois... a gente ja sabe o que acontece." O lINUX oferece mais recursos para os programadores e isso é fato, pois a maioria do softwares com Apache e afins são desenvolvidos no LINUX, no caso do Apache funciona melhor realmente nos BSDs, mas o código é o mesmo, com e algumas poucas diferenças tipo: #ifdef BSD #endif A diferença do LINUX para os demais UNIX é a versatilidade do Kernel para programadores, que os BSDs não tem. Pode ser que um dia eu fale da grande revolução que foram as Kernel Meta Languages de fato, e com certeza vou me reportar aos desenvolvedores do FreeBSD. O que eu quis dizer é que ficar com "revoltinhas de shoping center" só provoca perda de credibilidade, e sugeri que fosse pedido para publivar uma errata. Como foi feito e tudo ficou melhor. Com trabalho e dedicação a verdade será estabelecida.
| Apenas alguns comentarios Por Rodrigo Moura em 01/07/2006 19:47:10 Amigo não leve a mal, mas suas opiniões não são bem fundamentadas. A começar por essa analogia barata dos 2 reais. Depois, POSIX.1e como o nome sugere é uma extensão formal devidamente documentada em uma especificação própria para o POSIX.1b e POSIX.1c. Não há nada de exclusivo no FreeBSD, a não ser o fato do FreeBSD ser o único sistema que tem implementado POSIX.1e corretamente e de forma completa. Na verdade o IRIX da SGI começou tentar por em prática esses recursos antes do FreeBSD ou do Linux, mas não teve muito sucesso por ser um trabalho demorado. No Linux existem tentativas de implementar algo similar, ou pelo menos trechos que os desenvolvedores Linux jugam mais apropriados do POSIX.1e. O resultado tambem nao e muito bom. Por exemplo. E antes que alguem precise de fontes, vamos la: http://kerneltrap.org/node/2574?PHPSESSID=f6f732dc30363488414aae0988e529a6 Ai Chris Wright, lider do LSM (Linux Security Modules) e um dos principais desenvolvedores do PCAP (Process Capabilities - ftp://ftp.de.kernel.org/pub/linux/libs/security/linux-privs/kernel-2.2/) do Linux compara LSM a MAC (parte do P.1e no FreeBSD) e diz que a abordagem do Linux chega a ser patetica e que aprecia a forma como o FreeBSD faz isso, no que tange as multi-camadas adaptaveis de modulos de seguranca (especialmente MAC). Voce pode conhecer mais sobre POSIX.1e em alguns locais: http://wt.xpilot.org/publications/posix.1e/download.html ftp://ftp.guardian.no/pub/free/linux/capabilities/capfaq.txt http://www.progressive-comp.com/Lists/?l=linux-kernel&s=Capabilities+morgan http://www.progressive-comp.com/Lists/?l=linux-kernel&s=Capabilities+astor Nas referencias do IEEE, leia: P1003.1e (Security APIs) P1003.2c (Security Command and Utilities) Sendo assim sua afirmacao que isso nao interessa a outros OS e completamente infundada. Tanto interessa que tentam ou ja tentaram implementar. A importancia de ter essa especificação pronta em código é enorme especialmente no governo norte americano e em alguns instituições mais sérias de segurança, como a NAI. Por isso eles financiaram esse desenvolvimento sob FreeBSD. Sobre sua analogia com iptables, tambem mostra-se infundada pelos motivos acima mencionados. Sobre netgraph no Linux, o que existe é apenas uma iniciativa de ter um framework modular e funcional como é o NG do FreeBSD, mas não obtém sucesso nesse quesito, e quem diz que essa iniciativa no Linux de ser similar ao FreeBSD em relação a NetGraph não obteve sucesso não sou eu, mas sim Riek van Riel, um dos principais desenvolvedores Linux que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente quando este morava no Brasil e trabalhava aqui em curitiba, na Conectiva. Você, que vê as coisas como programador não ve as vantagens do KSE? Provavelmente porque pra voce, no nivel do usuário (user-level) o KSE é POSIX THREADS convencional, mas em nível de sistema é a abordagem de Andersen sobre multihreading. Na sua formação você já leu algum livro de internals de um S.O.? Não estou falando de Design and Impl of 4.4BSD por exemplo, pode ser um desses mais clássicos que qualquer professorzinho adota nas escolas brasileiras, digamos a literatura do Andrew Tannenbaum. Lembra-se da parte de threads onde ele compara as vantagens da abordagem em nivel de usuario com threads 1:N e as vantagens do kernel com 1:1, e as desvantagens de ambos? Lembra-se que ele sugere que a melhor abordagem seria a sugerida por Anderson em um paper chamado System-level Scheduler Activations, mas que essa infelizmente ainda não havia sido implementada? Pois é... o FreeBSD é o primeiro sistema livre a implementa-la, e se chama KSE. Se você como programador não ve vantagens, provavelmente é porque você é apenas um programador, e não um desenvolvedor. Saiba mais sobre o que eu estou falando: http://people.freebsd.org/~deischen/docs/Scheduler.pdf Então você não consegue ver vantagens de KSE no MySQL? Talvez seja porque a forma como o MySQL é desenvolvido não é la grande coisa. Exemplo pra minha afirmação, algumas vezes sob algumas circunstâncias MySQL fica lockado (partial-timed deadlock) quando usa mutexes de POSIX Threads convencionais, tanto nos ultimos kernel estaveis do Linux quanto com as ultimas versoes do FreeBSD. Culpa do Linux *e* do FreeBSD? Provavelmente nao, porque revertendo a compilação do MySQL para a pobre implementação linuxthreads, ele perde performance, mas não fica nesse estado. Agora, porque com Apache isso não acontece? E olha que Apache usa handlers paraplelos e threading em maior proporção que o MySQL. Sobre SCTP, esse protocolo é a minha tese de mestrado, e inclui portar e escrever aplicações que trabalham classicamente em TCP, para SCTP e fazer comparações dos resultados, então sim, eu já escrevi algumas aplicações em SCTP/IP, possi inclusive te enviá-las se tiver interesse (mas peço que não as divulgue até que eu conclua a tese). E quanto a sua afirmação sobre Linux, mais uma vez ela não sensata. http://www.sctp.org/ Como você pode ver todas as implementações formais e oficiais de SCTP foram sob FreeBSD ou NetBSD, junto ao Projeto KAME, e desde que o KAME concluiu suas atividades, apenas pro FreeBSD (6 e 7) a implementação de referência do SCTP vem sendo oficialmente trabalhada. O LKSCTP (Linux Kernel SCTP): http://sourceforge.net/projects/lksctp é uma implementação paralela, inclusive usando o kernel-de-referência (que é FreeBSD) como base. Na prática não passa de um port, o que de fato é muito saudável ter pra Linux, como tem para Solaris por exemplo, e iclusive para Windows (esse, totalmente experimental). Então sobre ter visão ampla de alguma coisa, vamos começar nos focar em fatos, e menos em opiniões pessoais. Falando em opiniões pessoais, não sei se seus 10 anos de experiência como programador serviram pra alguma coisa (você quem fez a pergunta), mas se você me disser uma aplicação que você já fez para Unix, se eu a tiver utilizado, talvez possa responder sua pergunta. Ok, Apache tem melhor performance em FreeBSD, com essa afirmação eu concordo, mas afirmar que Apache é desenvolvido sob Linux: bééém. Errado de novo. Não que isso faça a menor diferença para a qualidade geral desse servidor Web, porque dentro das regras chamada na Apache Foundation de guideliness, está o teste constante do Apache em meia dúzia de ambientes operacionais que varial de BSD à Windows, então onde o código é gerado, não importa. Mas se importar o ambiente é misto, contando inclusive com diversos dos principais desenvolvedores do Apache trabalhando nativamente sob base FreeBSD e BSD em geral (destaque especial a Mac OS X, FreeBSD, Darwin e Linux). Vamos aos fatos: Brian Behlendorf da CoLAB, Rian Hunter, Jim Magielski, Chuck Murko, Paul Querna, Paul Richards (woops, esse inclusive é commiter do FreeBSD), Wilfredo Sanchez, o Cliff, e o próprio Bon McCool, todos desenvolvem sob base FreeBSD. Não são maioria mas são alguns dos que se destacam pela liderança no Apache. Ok eu sei que dou muita corda, mas suas afirmações inadivertidas me deixaram desconfortável, quem lê, e não conhece bem sobre FreeBSD (como no caso da matéria do jornal O Dia) pode pensar que o que você aponta como sendo Linux é de fato Linux, e em várias situações é BSD. Só estou tentando por os pingos nos I's, já que essa matéria da copa do mundo foi um bom começo. Sua afirmação sobre versatilidade do kernel X ou Y para programadores, não passa de uma opinião pessoal, então devo respeitá-la, e por ser pessoal não tenho nada a complementar, a não ser que eu conheço varios desenvolvedores que discordariam de você, principalmente porque ambos kernel são monolítico, em essência são similares (com várias instruções goto a menos pro caso do FreeBSD, deve-se dizer rs rs rs), então é apenas questão de ter maior afinidade com um do que com outro kernel. Com um pouco de dedicação quem desenvolve pra um pode começar a desenvolver pro outro kernel, apenas conhecendo melhor o outro. Bom, mas estamos fora da Copa!!! Então talvez seja prudente discutir em outra matéria rs rs, essa aqui pode gerar desconforto pros mais decepcionados e lembrar que a CBF ao contrário da FIFA (ou a chuteira dos Rolandinhos) não são Powered by FreeeBSD, e hoje deram fatal trap de novo (sempre contra a frança rs rs). | Por
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em 03/07/2006 14:37:56 Amigo, em relação a minha analogia, esperava o que depois de ter falado isso, filosofia Prostiana? Eu não tenho a intenção de ficar de picuinhas, mas você entendeu muito errado o que falei: Em relação ao POSIX1e eu falei que quando ele for de fato um padrão me interessará, indiferentemente do fato de este conseguiu primeiro ou aquele nem conseguiu implementar, se ele foi desenvolvido primeiro em FreeBSD melhor para Yahoo ou Google, bem como pro governo Norte Americano e muito melhor para os desenvolvedores que ganharão uma grande injeção de capital, para mim, bem com para 90% dos programadores para UNIX não tem nada a ver. até ser confirmado o Padrão. Em relação ao MySQL eu disse: "não adianta ter um Servidor FreeBSD com KSE e usar MySQL", ou seja, falta uma alternativa de fato para portar alplicações em geral para todos os UNIX, neste caso, aplicações como o Apache que utilizam seu próprio sistema de gerenciamento de handleds funcionem melhor, mas o Apache está confinado a ser um WEB server, é muito mais simples que um Banco de Dados, neste último caso precisaria de um maior apoio financeiro para aprimorar seu desenvolvimento, por enquanto ainda é um DB muito fraco, infelizmente. No estante você falou tantas coisas sem sentido que não dá para entender, desculpe-me mas eu pediria que você me redigisse novamente e mandasse por mail alessandro.dev[att]gmail.com, pois não dá entender. Quando falo em aplicações falo em aplicações rodando, como uma que tenho para o Protocolo SIP que já atingiu o pico de 200 acessos simutâneos, e sofri do mal de não haver alternativas para desenvolvimento em UNIX, a não ser as caras, poius tive que fazer o Banco de Dados junto com a aplicação e acabei perdendo mais da metade do tempo de desenvolvimento, nele que no desenvolvimento do Servidor em geral. O que adiantaria falar que o FreeBSD é o melhor neste caso, para mim foi indiferente. e ainda desvirtuou o que falei. Se você nunca usou mainframes ou SIP infelizmente nunca viu uma aplicação minha. Abraço | Ok entao :) Por Rodrigo Moura em 05/07/2006 14:29:20 Nao leve a mal minhas respostas, elas nao tem intencao de causar trolling. Com os links que eu mencionei acima qualquer pessoa pode ler em mais detalhes e chegar a suas proprias conclusoes, acho que isso esclarece os pontos. Sobre SIP e mainframe diz ai, pra que tipo de MF voce desenvolve? Me pareceu bem legal suas atividades, fiquei curioso. Meu contato com mainframe foi em um VAX, com 3BSD (primeiro contato com Unix que eu tive, em 1979), VAX conta como MF? hehehe Sobre SIP, nao sei se voce esta falando o que eu imagino, o unico SIP que eu conheco e esse: http://www.ietf.org/rfc/rfc2543.txt Porque uso constantemente aqui no meu asterisk. Acho que nao e a mesma coisa ne? Abracos. | Por
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em 10/07/2006 14:39:05 Legal, Eu desenvolvi um SIP PROXY SERVER, o starbird, é baseado no SER da IPTEL, não gostei muito de Asterisk, sem dúvida é o mesmo, manda um mail para agente trocar figuras. Quanto ao MF fiz alguns programas para o 390, usando SLACK390.
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Falou | Por
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em 10/07/2006 14:49:23 Só para esclarecer, o SIP já está na segunda versão definido em RFC 3261 http://www.ietf.org/rfc/rfc3261.txt | Por
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em 10/07/2006 14:56:40 Só para esclarecer o SIP já está na versão 2.0 definido no RFC 3261 http://www.ietf.org/rfc/rfc3261.txt | Otimo Artigo Por Joao Paulo - 0v3rm1nd em 16/09/2006 14:48:12 Eu ja disse isso? | Por Lucas em 14/06/2007 15:20:15 que gente braba... >/ |
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